
Seguiu o conselho do colega: quebrar a regra e olhar para si mesma. Não mata.
Avistou o pequeno paraíso e seguiu seu rumo. Desejado rumo!
Costuma ficar assim quando a estrada se aproxima - verde.
Ou branca.
Já havia se presenteado com memórias vitorianas atualizadas em design moderno.
O romantismo a agradara deveras.
A sobriedade como pano de fundo - não saberia viver sem ela.
Agora, nos pés, o belo trabalho daquelas que trabalham cantando, sol a sol, em suas almofadas especiais. Alegria na adversidade.
Nas mãos o aroma do lar, da manhã em família, da casa deliciosamente cheia. Ou dos momentos de descanso. Há tempos não o trazia consigo.
Fez bem.
Os cabelos como a vida deve ser: reta, com estratégicas curvas anti-monotonia.
As luzes sobre os olhos trazendo a atenção para dentro da janela - inclusive a sua própria.
Pequenos detalhes, meticulosamente escolhidos.
Era o pretexto perfeito para a motivação mais simples e bela: sentir-se bem.